Cirurgia Ortognática - quando a dor não é visível, mas é real

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Cirurgia Ortognática

A cirurgia ortognática é indicada para corrigir deformidades faciais e ósseas que comprometem a harmonia estética, a mastigação, a fala e a respiração. Mais do que função, trata-se de devolver autoestima, confiança e qualidade de vida.
Muitos adolescentes e jovens enfrentam profundo sofrimento emocional por causa da assimetria facial. A baixa autoestima, o isolamento social e, em casos graves, até pensamentos suicidas mostram que a dor não precisa ser aparente para ser devastadora.

Quando fazer a cirurgia ortognática?

Além disso, a cirurgia ortognática pode ser indicada para o tratamento de algumas síndromes que afetam a fala e a mastigação, de forma a corrigir o posicionamento da mandíbula, como nos casos das síndromes de Apert, Crouzon, Treacher Collins ou Pierre Robin, por exemplo.

Quando há assimetria facial ou alterações no crescimento ósseo.

Quando a estética facial compromete autoestima e vida social.

Quando a mastigação, a fala ou a respiração estão prejudicadas.

Em adolescentes, quando a deformidade facial começa a afetar o desenvolvimento psicológico e social.

Por que fazer?

  • Devolver a harmonia facial e melhorar a estética.
  • Restaurar a função mastigatória e respiratória.
  • Prevenir dores emocionais, depressão e impactos psicológicos graves.
  • Permitir que o paciente viva com confiança e dignidade.

Os impactos da deformidade facial

  • Baixa autoestima desde a adolescência.
  • Isolamento social e bullying.
    Desempenho escolar e profissional comprometidos.
  • Casos de depressão e risco de suicídio.
  • Dor emocional silenciosa, mas devastadora.

Riscos e cuidados necessários

Como em qualquer procedimento, existem riscos como infecções, rejeição de placas e limitações funcionais se não houver preparo adequado. Por isso, escolher um cirurgião especialista em ortognática é essencial para reduzir riscos e garantir resultados seguros.

Técnica e protocolos da Dra. Isabel Marian

Com centenas de pacientes operados com sucesso e experiência internacional, a Dra. Isabel Marian é referência nacional em cirurgia ortognática.
Seus diferenciais incluem:

  • Protocolos rigorosos de avaliação pré-cirúrgica para indicar o momento correto da intervenção.
  • Planejamento digital avançado, garantindo precisão no resultado estético e funcional.
  • Técnica minimamente invasiva, que reduz traumas, acelera a recuperação e minimiza riscos.
  • Acompanhamento completo no pré, trans e pós-operatório, com foco em segurança absoluta.

Benefícios da cirurgia ortognática

  • Correção da assimetria facial.
  • Recuperação da função mastigatória e respiratória.
  • Melhoria da fala e do sorriso.
    Resgate da autoestima e confiança social.
  • Qualidade de vida e transformação definitiva.

Imperativo Clínico

Odontologia no Hospital:

Quando a Segurança é Prioridade

O imperativo clínico é um mecanismo de salvaguarda para procedimentos odontológicos que podem ser realizados em ambiente hospitalar. Ele é utilizado quando o cirurgião bucomaxilofacial avalia que o paciente precisa de suporte hospitalar para garantir a segurança e as condições adequadas para o procedimento. O imperativo clínico é uma exceção de cobertura assistencial que pode ser utilizada em casos de: alterações clínicas, psicológicas, pouca idade, necessidades especiais.

Tipos de cirurgia ortognática

De acordo com a posição do maxilar e dos dentes, o cirurgião pode recomendar a realização de dois tipos de cirurgia:

Cirurgia ortognática classe 2

Que é realizada nos casos em que o maxilar de cima fica muito à frente dos dentes de baixo

Cirurgia ortognática classe 3

Utilizada para corrigir casos em que os dentes de baixo ficam muito à frente dos do maxilar de cima.

Como se preparar para a cirurgia

Alguns cuidados são importantes para se preparar para a cirurgia ortognática, como esclarecer com o cirurgião todas as dúvidas sobre a cirurgia e a recuperação.Além disso, deve-se informar todos os medicamentos, vitaminas e suplementos nutricionais que toma com frequência, pois alguns podem afetar a recuperação, interferir na anestesia ou aumentar o risco de formação de coágulos ou de sangramento. Deve informar também se tem alguma alergia ou outro problema de saúde.

Também é recomendado não fumar e nem consumir bebidas alcoólicas antes da cirurgia, além de ter uma alimentação mais líquida no dia anterior à cirurgia, dando preferência à água, sopa, chás e gelatina natural, pois não necessitam de mastigação.
Antes de realizar a cirurgia, o cirurgião irá solicitar exames para o planejamento da cirurgia, como documentação ortodôntica, tomografia computadorizada da face e fotografias dos dentes e da face e escaneamento intraoral.
Outros exames antes da cirurgia que serão solicitados são risco cirúrgico e exames de sangue para avaliar o estado de saúde geral

Como é feita?

A cirurgia ortognática é feita pelo cirurgião bucomaxilofacial no hospital, sendo seguidas algumas etapas para a realização do procedimento, como:

Utilização de aparelhos ortodônticos

Conforme indicado pelo ortodontista, por pelo menos 1 ano antes da cirurgia, para que a posição dos dentes seja corrigida em função da sua estrutura óssea. Em alguns casos, também pode ser necessária a retirada de alguns dentes.

Simulação computadorizada da cirurgia

Após o período de uso do aparelho ortodôntico, com o objetivo de visualizar o resultado final do procedimento, incluindo os resultados estéticos, para que seja realizada a cirurgia.

Realização da cirurgia

Sob anestesia geral em Centro Cirúrgico Hospitalar, utilizando para as osteotomias Ultrassom Piezoelétrico, que promove menor dano ósseo, e consequentemente um pós operatório com redução dos edemas e algias.

Reposicionamento da mandíbula

Por meio de procedimento cirúrgico que é feito por dentro da boca, não deixando cicatriz no rosto. No entanto, em alguns casos, pode ser necessário um pequeno corte no rosto na região da mandíbula.

Fixação da maxila e mandíbula

Por meio de pequenos parafusos ou placas por dentro da gengiva. *Após a cirurgia, deve-se continuar a usar o aparelho ortodôntico, por pelo menos 3 a 9 meses, podendo também ser indicado, a realização de implantes dentários ou outros tratamentos estéticos.

Dra. Isabel Marian

Referência nacional. Mestre e Especialista USP.

Aqui, cada detalhe é pensado para garantir o melhor resultado, unindo técnica avançada e uma abordagem humanizada.

Cirurgia Ortognática

Dra Isabel na Mídia

Entrevista Dra Isabel Marian ao Jornal Valinhos

Entrevista Dra Isabel Marian ao Programa Mulher Ponto Com - Rede Século 21